Vivências sobre a doença de Alzheimer na Unesp

O livro “Vivências sobre a doença de Alzheimer na Unesp: Diálogo entre ensino, pesquisa e extensão” é resultado de um trabalho realizado na Unesp a fim de propiciar aos participantes o benefício da prática regular de exercícios físicos e convívio social, levando à atenuação das manifestações cognitivas, motoras e sociais da doença, bem como diminuir o estresse do cuidador.

José Luiz Riani Costa, Larissa Andrade e Angelica Stein

 

images/img_k2/janeiro2015/vivencias-sobre-a-doenca-de-alzheimer-na-unesp-fotodestaquelateral.pngO livro “Vivências sobre a doença de Alzheimer na Unesp: Diálogo entre ensino, pesquisa e extensão”, organizado por José Luiz Riani Costa, Larissa Andrade e Angelica Stein, é na realidade um relatório analítico do Programa de Cinesioterapia Funcional e Cognitiva em Idosos com Doença de Alzheimer (PRO-CDA), desenvolvido desde 1989 na Unesp (inicialmente em caráter experimental).

O Programa vem desenvolvendo um trabalho com o principal objetivo de propiciar aos participantes o benefício da prática regular de exercícios físicos e convívio social, levando à atenuação das manifestações cognitivas, motoras e sociais da doença, bem como a redução do estresse do cuidador.

Estão envolvidos no Programa pesquisadores, professores e alunos da Unesp e é uma resposta à abordagem quase inteiramente farmacológica hoje dada aos tratamentos da Doença de Alzheimer, apesar de a ciência apontar que o ideal seria a complementação dos tratamentos farmacológicos com o não farmacológico, que costumeiramente é reservado apenas para algumas situações particulares e específicas.

Através de exemplos e dados, o livro mostra como o exercício físico regular pode produzir benefícios para idosos com demência, e como o convívio social pode estimular as habilidades de convivência, afeto e comunicação, levando à integração social e afastando a inatividade.

Comprova que essas atividades podem beneficiar também os cuidadores, integrando-os melhor e menos penosamente à função, e por tabela a própria sociedade, que tampouco sabe lidar muito bem com os portadores desta doença, mergulhada que está, igualmente, na abordagem farmacológica da doença.

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