Empreendedorismo ou desengavetando sonhos?

O sonho é ter sua própria atividade, fazer o que gosta, do jeito que gosta e também (mas não necessariamente) gerar renda para uma vida confortável. Mas, por onde começar? Qual o primeiro passo para tornar sonhos realidades? E os passos seguintes?

Bely Clemente Camacho Pires (*)


Muitas vezes sonhamos em dar um passo decisivo em direção a uma mudança em nossas vidas, mas nem sempre temos a atitude e ação necessárias para isso. Empreender é um desses casos. Pensando no universo voltado a idosas e idosos, há quem sonhe em ter um Centro-dia, uma Instituição de Longa Permanência para Idosos; um espaço voltado ao bem-estar; um espaço cultural; um espaço gourmet; serviços de cuidadores e acompanhantes; uma associação para atuar pelos direitos desse público ou para seu lazer; fabricação de produtos adequados às necessidades dos 60+ entre tantas outras possibilidades. Há também o interesse dos 60+ em continuar ativos e ter seu próprio empreendimento, dado que o mercado de trabalho oferece poucas oportunidades para essa faixa etária.

Em qualquer caso, o sonho é ter sua própria atividade, fazer o que gosta, do jeito que gosta e também (mas não necessariamente) gerar renda para uma vida confortável. Surgem então algumas dúvidas: por onde começar? Qual o primeiro passo para tornar esse sonho uma realidade?  E os passos seguintes? Será que daria certo? Será que vai dar tudo errado e o dinheiro investido será perdido? E se isso acontecer, como lidar com a frustração que vem depois? Essas e outras dúvidas, muito pertinentes, se não devidamente trabalhadas acabam sabotando nossos interesses, que voltam para a gaveta dos sonhos impossíveis em nossa memória…

Impossíveis? Quem disse que é impossível? Com uma boa orientação, determinação e pés no chão, muitos desses sonhos se tornam realidade, alimentam a autoestima e conduzem à autorrealização.

Inicialmente, deve-se ter claro o modelo de empreendimento que se deseja: o que será oferecido, para quem, como, quais os recursos necessários, quem faz o quê, quais as fontes de gastos e ganhos. Uma vez que estas e outras questões estejam claras e bem analisadas, segue-se para a elaboração do Plano de Negócios.

Num Plano de Negócios, são detalhadas as informações sobre o produto (bens ou serviços), onde e como será produzido, o mercado, o público, qual a capacidade de produção, quais as atividades necessárias para a condução esse empreendimento, quem vai executar essas atividades, quais os custos, despesas, receitas, viabilidade econômico-financeira, riscos, como formalizar juridicamente.

A vantagem de se elaborar o Plano é que o papel (ou talvez a tela do computador…) aceita tudo, sem o risco de perdas financeiras ou de tempo. Pode parecer muito complexo, mas com uma boa análise avalia-se o que é viável, o que provavelmente não daria certo, o que se deve fazer passo a passo e assim chegar mais próximo daquele sonho que quase seria engavetado.

E então? Vamos dar aquele passo decisivo para a mudança, olhando esse sonho com encanto e seriedade, e tentar torná-lo uma realidade?


Workshop

Quero abrir meu negócio, e agora?

Data: 29/06 (sábado), das 9h30 às 12h00
Local: Espaço Longeviver: Avenida Pedro Severino Junior, 366 – Sala 166 – Vila Guarani. Próximo ao metrô Conceição – Saída D – linha azul

Valor: R$ 40,00
Inscrições:
https://edicoes.portaldoenvelhecimento.com.br/produto/workshop-quero-abrir-meu-negocio-e-agora/

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Contato: cursos@portaldoenvelhecimento.com.br


(*) Bely Clemente Camacho Pires – Mestre e Bacharel em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. É diretora da Roda d’Água Gestão Socioambiental, atuando na formação, consultoria e assessoria em gestão organizacional e socioambiental. Leciona na Faculdade Cantareira, cursos de graduação em Administração e Agronomia. Ministra os cursos de construção de cenários e de serviços ecossistêmicos no Instituto Filantropia. Foi diretora do Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental, onde participou do desenvolvimento de empreendimentos socioambientais. Trabalhou em projetos socioambientais da Fundação Florestal e da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo – Instituto Florestal, ambas da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo


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