Distrito Federal cria Universidade da Maturidade

No DF, o projeto irá disponibilizar nesse primeiro semestre 100 vagas à moradores de regiões administrativas mais populosas e caracterizadas como socialmente vulneráveis pelos indicadores do Índice de Desenvolvimento Humano/IDH.

Redação do Jornal de Brasília. Foto: Acides Freire Melo

 

distrito-federal-cria-universidade-da-maturidadeA Universidade de Brasília (UNB), em parceria com a Coordenação de Direitos da Pessoa Idosa/Secretaria de Estado de Política para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal/ SEMIDH , inauguraram a Universidade da Maturidade.

O programa tem como um de seus objetivos criar um cenário de formação de cidadania e compromisso social que incluam a comunidade acadêmica da FCE e a comunidade adulta e idosa, integrando ensino, pesquisa e extensão bem como as práticas de promoção de saúde e da cidadania para o envelhecimento ativo para elevação dos níveis de saúde física, mental e social das pessoas acima de 45 anos, proporcionando atualização, reciclagem, inserção, informação e orientações práticas bem como a valorização do ser humano perante a sociedade integrando-as aos ambientes cultural, social e educacional.

Partindo da concepção de velho como um ser humano com possibilidade e limites, em permanente construção, que adquire mais conhecimento e maior compreensão da vida pelas experiências vividas, dando e buscando sentindo e significado ao que faz, este se insere em um curso com carga horária de 340 horas-aula, num período de 18 meses dividido em três módulos no qual as aulas ocorrerão de segunda a sexta feira das 14h às 17:30h, sendo ministradas na UNB, Faculdade de Ceilândia e no Clube da Saúde do DF, sendo que, os acadêmicos têm que cumpri-los integralmente para que receba o título de Educador Político Social.

Vários benefícios estão sendo evidenciados, em especial a capacitação regular, com uma grade curricular específica para dar voz e vez aos que envelhecem desmistificando a velhice como sinônimo de decadência física, mental e social.

No DF, o projeto irá disponibilizar nesse primeiro semestre 100 vagas à moradores de regiões administrativas mais populosas e caracterizadas como socialmente vulneráveis pelos indicadores do Índice de Desenvolvimento Humano/IDH.

Fonte: Redação do Jornal de Brasília: Disponível Aqui 

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