Diferenças moleculares

Analisando a expressão gênica de amostras de células sanguíneas de pacientes com três diferentes tipos de diabetes, pesquisadores de Odontologia e de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto demonstraram que as células do sistema imune reconhecem as três doenças como problemas distintos através de moléculas RNAs da doença.

 

 

Este é um tema dentro do Projeto Temático USP Ribeirão Preto, “Controle do transcriptona no diabetes mellitus”, com o objetivo de analisar as bases moleculares da expressão gênica dessa enfermidade. Esclarecer que o estudo não se limita a RNAs, mas a todo o transcriptona. E o que é transcriptona? É o conjunto dos RNAs das células, incluindo os RNAs mensageiros e os microRNAs.

Foram coletados sangue de 60 pacientes, 20 com cada tipo de diabetes: tipo 1 (DM1), tipo 2 (DM2) e tipo 3 (DM3). Os linfócitos e os RNAs de cada tipo foram separados e analisados. E por que foi escolhido justamente o código genético dos linfócitos? Porque são muito sensíveis e controlam injúria, trauma físico e qualquer ocorrência que possa prejudicar o organismo. Quando o corpo estranho entra em contato com essas células, a resposta de defesa é a emissão de sinais vindos do próprio linfócito. O mapeamento desses sinais é o objetivo da pesquisa: sequência de RNAs mensageiros e micro-RNAs.

Conhecendo as características genéticas comuns e distintas entre as três moléstias, é possível saber os agravantes de cada uma expressos geneticamente e desenvolver terapias para atenuar suas manifestações clínicas. Veja a matéria na íntegra: Disponível Aqui

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