“Desconstruindo a velhice”: A caminho da saúde emocional e do sentido de vida

Até na morte o indivíduo busca um sentido que o sustente, mas que a pulsão básica nunca é de morte, mas sim de vida, pois aflição e morte fazem parte da existência como um todo.

Cristiane Larentes Valério Araújo (*)

 

“Velho é dependente”; “velho é lento”; “Velho é um peso morto”; “Velho é careta”; “velho é doente”; “velho é chato”; “velho é surdo”; “velho é inútil”; “velho é fedido”; “velho é coitado”; “velho é fofo”; “velho é bonzinho”; “velho é história”; velho é educado; “velho é sabedoria”; “velho é velho”.  Me desculpe começar este artigo de forma tão desagradável, mas esses são alguns dos estereótipos usados em nossa cultura de forma tão cruel e pouco representativa. Nesses conceitos que muito ouvimos é possível observar a grande rejeição que se tem ao termo velho. Sim, ficamos velhos, esse é o nome real para o ser que já passou por seu processo cronológico de amadurecimento. Mas convenhamos, quem vai querer dizer que é velho com tantos adjetivos que não o representa? Aí criamos nomes lindos para a velhice como, idoso, terceira idade, idoso jovem, melhor idade, dentre outros. O que é preciso que todos compreendam é que não adianta mudar o nome se não remover o preconceito imposto ao velho.

O velho antes de mais nada é um ser completo e dotado de toda a capacidade humana que carregou durante toda sua experiência de vida. Esses adjetivos podem ser empregados a qualquer pessoa, em qualquer fase da vida. O ser isso ou aquilo, depende da experiência e de como cada um olha para a sua existência e compreende o sentido de sua vida. Sempre escuto pessoas dizerem ao sinal de qualquer dor a frase “estou ficando velho”, e confesso já usei ela algumas vezes.

Então, pensando nisso, poderíamos trocar o nome idoso e velho por dolorido? Um sinal claro da velhice dolorida é encontrada na canção “Aquela dos 30” da cantora Sandy (2013), que em dado trecho diz: “Tenho sonhos adolescentes, mas as costas doem. Sou jovem pra ser velha e velha pra ser jovem…”. As canções, os poemas a dramaturgia, o inconsciente coletivo prega esse velho caricato. Isso gera uma minimização do ser, levando até mesmo profissionais a caírem nesse modelo pré-montado da velhice, onde todo velho é igual e deve seguir os protocolos do velho doente ou superativo, e quem sair desse modelo é “desajustado”.

A mídia e a indústria, principalmente a farmacêutica, criou oportunamente uma imagem do velho como um ser doente improdutivo e senil, e claro que a indústria dos velhos ganha milhões com isso. É pílula da potência sexual, vitaminas e suplementos intermináveis, Botox, cirurgias plásticas, tudo para ser um “velho jovem”. Sem contar a indústria das dores que tem remédio para tudo, se cura um órgão afeta o outro, mas não tem problema, para isso tem outras fórmulas, e especialistas ultra gabaritados. E o custo pra tudo isso? Não importa, pois desde jovem já é comprada a ideia do velho, onde todo sacrifício é válido em prol desse projeto juventude eterna.

Não sou contra a busca do conhecimento e de qualidade de vida, mas que tipo de qualidade estamos falando? Recentemente foi divulgado pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o grande crescimento da população idosa e seu impacto na economia e na produtividade do país, o dado aponta que em 2060, cerca de 25% da população terá mais de 65 anos. Ao mesmo tempo que esse dado mostra a importância de se discutir esse assunto e propor novas estratégias de enfrentamento, ele mostra o total desespero das autoridades com essa velhice dolorida que por anos foi construída, e que infelizmente já está na mente de grande parte da população, limitando as possibilidades desse sujeito.

O mercado de trabalho é o lugar onde mais é possível encontrar esse estigma, há rumores que a partir dos 40 anos, o indivíduo já é considerado Velho pelas empresas, pois dizem que pessoas mais velhas não estão “abertas para o novo” e isso prejudica o crescimento. Pude observar pessoalmente esse movimento limitador e o considero cruel e sem sentido algum. Quando se avalia o candidato em sua individualidade, vemos que ser inovador independe da idade, é uma questão de visão. Fica a pergunta: que tipo de riscos tão graves são esses? E já me posiciono dizendo, que quando é feito uma avaliação completa das individualidades, alinhando com o perfil da vaga, a idade não é empecilho, o grande risco apresentado é ter um profissional muito capacitado e comprometido.

Claro que o corpo muda fisiologicamente com o passar dos anos e que sim existe uma velhice cronológica real, mas ela não é única e é passível de mudanças individuais. Quando desconstruímos a velhice conseguimos vislumbrar o indivíduo por traz dela, podendo dessa forma construir um sentido a esse indivíduo, melhorando muito sua saúde emocional e qualidade de vida.

Desconstruindo

Agora vamos situar a desconstrução dessa velhice de forma a compreender como a mente humana funciona rumo ao sentido de vida e suas emoções. Segundo o dicionário Michaelis emoção é:

1 Ação de sensibilizar(-se). 2 Perturbação dos sentimentos; turbação. 3 PSICOL Reação afetiva de grande intensidade que envolve modificação da respiração, circulação e secreções, bem como repercussões mentais de excitação ou depressão”.

De acordo com essa descrição dá para observar que as emoções estão ligadas a nossa parte mais primitiva, instintiva e até ancestral, onde sobreviver era a função principal. Na teoria da Inteligência Emocional de Goleman (2001), ele descreve como nossas emoções são agentes fundamentais na geração de respostas fisiológicas do nosso corpo mediante determinada situação. E aí vemos como é importante controlar nossas emoções, para termos respostas mais assertivas, mediante as ações.

Goleman (2001) ainda fala que temos duas mentes, uma emocional e uma racional; a mente emocional é a que sente e a racional é a que dá sentido ao fato. E para se ter uma boa qualidade de vida e respostas mais assertivas essas duas mentes precisam estar em perfeita harmonia. Porém, quando uma delas se sobressai é quando os conflitos começam a surgir. Ter saúde emocional não significa eliminar as emoções, pois isso é impossível, saúde emocional é aprender a lidar com essas emoções sempre passando pelo filtro da adequação da situação vivida. As emoções não podem ser contidas, mas podem ser ressignificadas.

Mais do que entender o mecanismo das emoções é entender a pessoa que vive elas de forma integral, pois só assim será possível dar sentido à vida e gerar qualidade de vida. Quando pensamos na velhice a primeira reação que se tem é a emocional, criada pela construção negativa ou positiva da ideia do velho sem confrontar as possibilidades. O movimento que é preciso fazer para uma boa saúde emocional é após essa reação racionalizar a velhice real do indivíduo, e vislumbrar as possibilidades de ações possíveis a serem vividas de forma a não viver do sentimento coletivo, mas da compreensão total dos fatos. E se necessário utilizar de técnicas de construção de novos sentimentos emocionais.

A pessoa idosa é um ser humano como qualquer outro, a diferença é a bagagem emocional que ele carrega e as mudanças fisiológicas que a idade traz junto com toda sua maturidade. Claro que é preciso criar políticas públicas e garantir direitos a essas pessoas, pois isso é fundamental. No entanto, elas devem ser criadas com uma visão não apenas de inutilidade, mas também de criar possibilidades. 

Posso afirmar sem medo de errar que uma boa velhice é construída na juventude, pois na velhice apenas carregamos o que foi aprendido e as dores que acumulamos ou deixamos. Mas a questão aqui é: já temos um idoso que não teve a oportunidade de construir uma boa bagagem, o que é possível fazer para aliviar o peso carregado e dar à essa pessoa uma qualidade de vida na sua velhice.

Crise de identidade

Ao entrar em processo de mudança da fase adulta para a velhice, muitos velhos passam por uma grande mudança física e social, gerando uma crise de identidade que afeta todas as áreas de sua vida, a autoestima e sua aceitação como pessoa. Essa crise reflete na sua autonomia, liberdade e até no convívio social. Muitos idosos perdem sua identidade pessoal e seus vínculos afetivos, e é nesse momento que se faz tão importante ações educativas formais e informais para ajudar esses velhos a encontrar um novo jeito de viver com qualidade, dando a ele a oportunidade de se reinventar diante da velhice, criar novas emoções através de novos caminhos e novos aprendizados.

No livro Tentativas de fazer algo da vida o personagem Hendrik Groen se depara com uma vida sem sentido e até pensa em suicídio como uma boa saída. Então ele pergunta a si e à vida quais alternativas lhe restam para dar um sentido em sua vida. E ele decide por escrever um diário contando sobre a vida de um velho e sua visão sobre conviver com outros velhos. E dentro desse diálogo divertido e nada politicamente correto, ele nos mostra como os estereótipos estão muito enraizados em toda a cultura e até nele mesmo. E a partir dessa decisão ele começa a dar sentido à sua vida, compreendendo que até no aparente sofrimento a vida tem um sentido. Isso o motiva a continuar vivendo da melhor forma possível.

Hendrik faz novos amigos, cria um clube (Tô – velho – mas – não – tô – morto) e ainda se abriu para os sentimentos. E nesse contexto é possível observar o potencial criativo e único de cada indivíduo. Ver como ele lida com suas emoções é algo muito enriquecedor e nos faz repensar a velhice. Ao criar um sentido para si ele transforma toda sua realidade, e ainda tem forças para contribuir com as pessoas ao seu redor, mesmo entre seus dilemas. O diário de Groen o motiva todos os dias a ter algo novo para contar aos seus possíveis leitores, ele viu um sentido e com isso foi ficando cada dia mais distante daquela ideia suicida inicial. Quando ele saiu do centro de sua dor e perguntou o que a vida esperava dele pode obter respostas e dar sentido à sua vida.

O sentido sentido da vida

O Psiquiatra Viktor Frankl diz em sua teoria que o vazio existencial manifesta-se principalmente num estado de tédio, e muitas vezes para tentar preencher esse vazio a pessoa pode desenvolver alguma compulsão ou cair em depressão. E é por isso que a logoterapia ou a terapia do sentido se faz tão importante, pois ela joga luz em cima do vazio e leva o indivíduo a responder a pergunta: “O que a vida espera de você?”. Frankl acredita que até na morte o indivíduo busca um sentido que o sustente, mas que a pulsão básica nunca é de morte, mas sim de vida, pois aflição e morte fazem parte da existência como um todo.

Quando lidamos com os idosos ou qualquer pessoa que enfrenta as dores da existência é possível observar que pessoas com maior sentido de vida tendem a buscar um melhor cuidado de si. E na logoterapia é possível encontrar uma melhor qualidade de vida e até um fator protetor do indivíduo, onde é posto diante dele uma forma de ver o mundo em que não é o que você espera da vida, mas o que a vida espera de você. É devolver a função ao indivíduo e não tomar dele o poder de resposta. O idoso que se permite responder à vida certamente achará um papel que cabe somente a ele realizar, de tal modo que todos os dias novas perguntas chegarão e ele dará novas resposta rumo ao sentido da sua vida.

Um trecho do diário de Groen mostra ele nesse movimento de resposta ao sentido em que é possível ver que isso o faz querer cada dia mais, seguir com otimismo:

Quando se é jovem, a gente deseja ser mais velho. Quando adulto, até os sessenta, desejamos permanecer jovem. Quando se é velho mesmo, já não há nenhum objetivo a alcançar. Essa é a essência do vazio da existência aqui. Já não existem objetivos. Nenhuma prova na qual passar, nenhuma carreira para seguir, nenhum filho para criar. Já estamos velhos demais até para cuidar dos netos. Nem sempre é fácil propor pequenos objetivos para si mesmo neste ambiente tão inspirador. Ao redor vejo apenas olhos cheios de resignação. Olhos de pessoas que vão da xícara de café para a xícara de chá e da xícara de chá para a xícara de café. Talvez eu já tenha dito isso antes. Talvez eu não deva criticar tanto. Simplesmente dar duro para que cada dia valha a pena. Ou, pelo menos, um a cada dois dias. É preciso ter dias de folga como no Tour de France”. (Groen, 2016, p. 138)

 Complementamos esta citação com a definição de Viktor Frankl para terapia do sentido, a saber:

Em linguagem figurada, o papel do logoterapeuta é antes o de um oculista que de um pintor. O pintor procura transmitir a imagem do mundo como vê; o oftalmologista procura capacitar-nos a enxergar o mundo como ele é na realidade. O papel do logoterapeuta consiste em ampliar e alargar o campo visual do paciente de modo que todo o espectro de sentido em potencial se torne consciente e visível para ele”. (Frankl, 2018, pp.134-135)

Se olharmos para um campo mais prático e menos filosófico, entenderemos o que Mello et al. (2013), em seu estudo sobre sentido de vida, qualidade de vida e dependência funcional, concluiu: os idosos com um maior sentido de vida apresentaram melhores resultados em sua qualidade de vida e baixos índices de dependência funcional. O que aponta que idosos com níveis maiores de sentido de vida se tornam mais protegidos contra as alterações dos níveis de dependência funcional, ou seja, ter um sentido é um fator psicológico protetor.

Esse sentido de vida nesse processo tão intenso de mudanças que é o envelhecer é considerado por Mello et al. (2013) como um dos principais fatores para uma boa velhice. Esse tema é medido como a forma que esse indivíduo vê o mundo ao seu redor de acordo com suas vivências, expectativas, cultura e recursos financeiros e psicossociais. O questionário utilizado foi desenvolvido pelo grupo de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (OMS) e busca medir a satisfação do indivíduo com sua vida, e foram aplicados os testes (Teste de propósito de vida – PIL-Test 12 e Medida de independência funcional – MIF) e também foi aplicado questionário de dados como sexo, idade, renda, escolaridade, estado civil; para análise sócio demográfica.

Após análise o pesquisador observou que os idosos não temem a morte ou o envelhecer. O maior medo que os envolve é o medo do sofrimento que possa anteceder a morte, e que ver seus amigos ou familiares em estado de sofrimento causa grande desconforto e tristezas, aumentando o medo da morte e do envelhecer. Porém, por serem mais maduros, criam menos expectativas de vida a longo prazo, o que diminui as possibilidades de frustrações, mas não o sentido de viver. Por outro lado pode ser negativo se não quiser mais criar nada, e aí a vida perde o sentido. Ao concluir seu estudo Mello et al. (2013) ressaltam a importância de se trabalhar com equipes multidisciplinares que contenham profissionais que ajudem os idosos na questão da dependência funcional, tanto quanto de profissionais que ajudem a construir e melhorar o sentido de vida, que foi considerado um fator psicológico protetor.

Em outro estudo de Mello et al. (2013), ainda sobre ter um sentido de vida e o quanto isso impacta em qualidade de vida, mas fazendo uma análise do fator estresse, foi observado que pessoas com baixo sentido de vida eram muito mais propensas ao estresse, e esse estresse afetava diretamente a qualidade de vida desse grupo. Já no grupo com alto sentido de vida esse estresse não afetava a qualidade de vida, assim é visível a importância de compreender e ter um sentido de vida, pois isso leva o idoso a viver melhor. Nesse estudo também pode-se observar que os idosos conseguem criar um sentido de vida com muito mais facilidade do que adultos jovens, pois sua maturidade os dão um senso de realidade muito maior ao criarem suas metas e tem menor predisposição ao vazio existencial. Observou-se que as questões emocionais que envolvem a morte, abandono e incapacitação funcional são os maiores causadores de estresse do idoso; porém aqueles que apresentaram um maior sentido de vida relataram não sofrer muito com esses pensamentos. Com isso, Mello et al. (2013) concluíram que, sim, ter um sentido de vida diminui os níveis de estresse e torna os idosos mais criativos e produtivos.

Portanto é possível observar que a velhice cheia de rótulos necessita ser desconstruída, cujo caminho é criar uma vida com sentido e com foco em inteligência emocional. Essa desconstrução deve começar na base da educação e também pelos profissionais de saúde, pela mídia, por mim e por você. Um rótulo impede que a pessoa viva de forma plena. A velhice caricata e dolorida gera ainda mais preconceito em torno dessa questão, pois determina apenas lugares marcados para esse velho. Sendo que ele pode ocupar o lugar que ele achar que deve, as vontades e o sentido de vida é algo único e os lugares para realizar esse sentido podem ser diversos. Quando a vida tem sentido há luz para caminhar e todos ganhamos com esse movimento otimista, sempre em busca de responder as demandas.

Em tempos onde tanto se fala de “Empoderamento”, precisamos conscientizar nossos velhos que eles podem decidir e devem. Ensinar nossos jovens que o corpo limita, mas a mente liberta. Que respeito cabe a todos e que somos os velhos de amanhã. E a pergunta a ser feita é: Você vai manter essa velhice? ou vai começar a desconstruí-la? A resposta é individual e cabe a você, leitor, decidir qual velho você quer ser.

Referências

FOLHA – Disponível em: Com população cada vez mais velha Brasil atinge 208 milhões de pessoas. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/07/com-populacao-cada-vez-mais-velha-brasil-atinge-208-milhoes-de-pessoas.shtml> Acesso em: 23/11/2018

GOLEMAN, Daniel; SANTARRITA, Marcos. Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Rio de Janeiro, RJ: Objetiva, 2001.

GROEN, Hendrik; Tentativas de fazer algo da vida / Hendrik Groen; tradução Mariângela Guimarães. – 1.ed.- São Paulo: planeta,2016.

MICHAELIS – Disponível em: <http://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/emo%C3%A7%C3%A3o/> Acesso em :20/11/2018

Melo, Rômulo Lustosa Pimenteira et al. O efeito do estresse na qualidade de vida de idosos: o papel moderador do sentido de vida . Psicol. Reflex. Crit., 2013, vol.26, no.2, p.222-230.

Melo, Rômulo Lustosa Pimenteira et al. Sentido de vida, dependência funcional e qualidade de vida em idosos. Rev. bras. geriatr. gerontol., 2013, vol.16, no.2, p.239-250.

FRANKL, Victor E.; Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração / Victor E. Frankl. Traduzido por Walter O. Schlupp e Carlos C. Aveline. 43.ed. – São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2018.

 

(*) Cristiane Larentes Valério Araújo – Graduada em Psicologia desde 2007 e em maio de 2018 concluiu Pós-graduação em Saúde da Família. Nos últimos dois anos tenho investindo em me qualificar para o mercado, pois estou em busca de uma nova recolocação na minha área. Texto escrito para o curso de extensão do COGEAE/PUCSP, intitulado “Fragilidades na Velhice: Gerontologia Social e Atendimento”, no segundo semestre de 2018. E-mail: Crislarentes@gmail.com

 

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