Capital já tem 21 casas adaptadas para idosos e deficientes

Mato Grosso do Sul – Seguindo as normas de acessibilidade, as casas adaptadas para idosos e portadores de necessidades especiais são a nova realidade dos loteamentos construídos pela Prefeitura Municipal de Campo Grande por meio da Agência Municipal de Habitação (Emha). Ao efetuar o cadastro na Agência, os técnicos orientam que esta demanda especial seja informada no momento da inscrição. Atualmente, existem em Campo Grande seis loteamentos que contam com a construção de casas adaptadas, totalizando 21 unidades habitacionais especiais.

 

Em dezembro do ano passado duas unidades no loteamento Jardim Seminário II foram entregues, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em abril deste ano, foi entregue uma unidade no Loteamento Francisco José Marques Helney, por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS).

As demais casas adaptadas encontram-se em execução por meio do PAC e estão nos seguintes loteamentos: uma casa no Tarsila do Amaral, duas casas no Geraldo Corrêa da Silva, sete casas no Arnaldino da Silva e mais quatro casas no Gabura. Todas as moradias adaptadas possuem 40,07 m² de área construída, somente as casas do Loteamento Francisco José Marques Helney são um pouco maiores com 40,67 m² de área construída.

Projeto arquitetônico – Segundo o responsável pela Assessoria Técnica da Emha, o arquiteto Rodrigo Giansante, a principal diferença em relação às casas convencionais é que as adaptadas possuem um banheiro maior, que atende o eixo de rotação de uma cadeira de rodas. Além do espaço maior, os banheiros também são adaptados com porta sanfonada mais larga, barras de apoio no vaso sanitário e também no box. Ainda consta no projeto arquitetônico das casas, rampas de acessibilidade e altura maior em todos os ambientes.

Depoimento – Durante a inauguração das 136 unidades habitacionais do loteamento Francisco José Marques Helney, o casal Marcelino foi contemplado em abril deste ano, com a primeira casa adaptada do local. Primeiramente por serem idosos e ainda por dona Carmelina Marcelino de 88 anos ser portadora de necessidades especiais. Seu Valdir conta que há 15 anos sua esposa sofreu um acidente na rua e ficou paraplégica.

“Desde quando minha esposa sofreu o acidente, comecei a ajudá-la, morávamos num barraco e carregava minha mulher no braço para todo lugar, estou me sentindo hoje um homem rico”, disse emocionado o novo morador do bairro Aero Rancho.

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Fonte: Extraído do MS Notícias. Publicado em 01/06/2009. Acesso em 09/06/2009. Acesse Aqui

 

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