Brasileiros caem na rede social

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Segundo a pesquisa TG.Net, realizada pelo IBOPE Mídia em regiões metropolitanas e no interior do Sul e do Sudeste, são esses os segmentos demográficos que apresentam a maior proporção de usuários de sites sociais. De acordo com o último levantamento, 72% dos internautas já incorporaram às suas rotinas o hábito de navegar em sites de redes sociais, sobretudo para interagir com amigos, atualizar perfis e compartilhar fotos em sites como Orkut, Facebook, Twitter e LinkedIn. O Rio de Janeiro destacou-se nessas redes com o mais o entre as áreas metropolitanas comparadas: quase 80% dos internautas cariocas afirmaram navegar em sites sociais. Em Porto Alegre, o número também foi elevado e atingiu 75%.

 

 

Os internautas da região metropolitana de São Paulo, apesar de aparecerem em maior número, estão próximos da média nacional, com 71% de usuários de sites sociais. Entre as pessoas que usaram a internet nos últimos 30 dias, a divisão entre homens e mulheres é praticamente uniforme. Quando se trata das redes sociais, porém, o público feminino chega a 54%. Entre os homens internautas, 67% afirmaram frequentar sites sociais, enquanto entre as mulheres esse índice ficou em 77%.

Crianças, adolescentes e jovens adultos são os grandes responsáveis pelo sucesso desses sites. Quanto mais jovem o internauta, maior é a probabilidade de encontrá-lo online em um site social. Mas adultos e idosos também marcam presença nesse universo. Entre a população internauta com mais de 55 anos, metade já está nos sites de relacionamento e, entre os adultos, já observamos uma penetração maior que 60%. Porém, os adolescentes de 15 a 19 anos, com 83%, ainda são imbatíveis.

A pesquisa TG.Net também permitiu mensurar a proporção de pessoas que usam redes sociais e que trabalham, já que o crescimento do emprego pode afetar o elevado tempo que os brasileiros, sobretudo os jovens, consomem nesses sites. Por possuir uma grande proporção de jovens, o perfil dos sites de redes sociais tem elevada participação de pessoas solteiras que ainda não trabalham. Por conta dessa característica, associada à diminuição do uso em locais públicos nos últimos dois anos, o acesso aos sites sociais ocorre quase em sua totalidade na própria casa ou na de amigos.

Os locais públicos, como lan houses, cabines, postos de internet, cafés e até escolas e faculdades são mais utilizados por aqueles jovens que já trabalham, mesmo que com uma jornada mais reduzida, como estagiários ou jovens universitários, por exemplo. A maior taxa de trabalhadores usuários de redes sociais encontra-se entre jovens adultos entre 25 e 34 anos: 58% deles trabalham, enquanto apenas 16% ainda não realizam uma atividade profissional. Na faixa de 35 a 44 anos, o número de usuários que não trabalham cai para 11%.

Metodologia

O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos. O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Fonte: IBOPE Mídia e publicado no jornal Meio e Mensagem em 01/2011. Disponível Aqui 

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Redação Portal do Envelhecimento

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